Mostrar mensagens com a etiqueta amor de mãe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor de mãe. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

mini-ajudante

- "Ai, Minúsculo, estou tão cansada! Não vês que agora a mãe está sozinha a tratar de ti e da mana e não tem ninguém que ajude?"
- "Mas eu ponho a mesa... Não achas que isso é uma ajuda?"

Meu Minúsculo é a coisa mais querida do mundo e arredores. Não é que me passou logo o cansaço?

Meu Minúsculo tem 300 mil demonstrações de carinho para comigo por dia, beija-me, abraça-me, vem para o meu colo... "És a melhor mãe do mundo!", "A tua comida é a melhor do mundo!", "Esta sopa está deliciosa!", "Amo-te até ao fim do mundo, até ao fim dos infinitos!" são algumas das suas declarações de amor. Com o pai é a mesma coisa. A Minúscula também vai pelo mesmo caminho. Algumas pessoas dizem-me que eles têm mimo a mais. Eu acho que têm a conta certa. Aliás, como poderiam eles dar mimos como dão e demonstrar carinho e afecto como demonstram se não os recebessem?

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Identificar-me com algo é...

 
"Concluí que o que nos faz ficar tão magoadas com o facto de os nossos pais não entenderem, criticarem, contestarem a forma como criamos os nossos filhos, é mais do que insegurança, é mais do que medo de estar a fazer mal, é mais do que necessidade de ter a sua aprovação. Claro que é isso tudo mas também é o facto de termos que nos confrontar com a constatação (ok, talvez seja inconsciente) de que a nossa infância não pode ter sido tão boa como nós imaginávamos ou ou ainda pior do que imaginavamos.

Talvez quem se sente magoada agora seja a menina que outrora fomos, a que não mamou o suficiente, que não dormiu com os pais, que não teve colo o suficiente, que não chorava quando a mãe virava costas, que ouviu muitos nãos sem sentido, que cresceu entre limites e regras arbitrárias, que levou algumas ou muitas palmadas, que conheceu bem o sistema de castigos e recompensas, que comeu sempre tudo até ao fim para ter direito a gelado, que aprendeu a ser uma boa menina para merecer amor e mesmo assim, sentia que não o merecia...

Que essa mãe, tenha agora a presença de alma para não justificar a utilização dos mesmos meios com os seus filhos e que, a filha que ainda somos, saiba perdoar os pais e ama-los por terem feito, e continuarem a fazer, o melhor que sabem.
Só assim nos curaremos, curaremos os nossos pais, criaremos futuros pais e mais felizes."

Pela autora de Want a Miracle

quarta-feira, 27 de junho de 2012

domingo, 6 de maio de 2012

et voilá!



Feliz dia da Mãe para todas as mães que me visitam! Em especial para a minha que eu adoro!

segunda-feira, 5 de março de 2012

os Minúsculos

Ele está um crescido. Foi à primeira consulta no dentista e até deixou tirar as manchas negras nos dentes. Anda a comer lindamente. Está independente e desenvolvido. As conversas cada vez mais elaboradas. Diz que somos namorados e que vamos casar. Adora jogar à bola e andar de bicicleta. É muito querido conosco, faz-nos desenhos em papelinhos e dá-nos muitos beijos e abraços. Adora atazanar a irmã.

Ela uma crescida está. Come praticamente tudo pela mão dela (ainda dou uma ajuda com a sopa). É uma grande gulosa e não pode ver chocolate. Adora o Ruca e a Xana Toc Toc. Gosta muito de dançar, de dar pinotes no sofá e de andar de Quatro. É muito expressiva e de um dia para o outro teve um grande desenvolvimento na fala. Já faz frases com 3-4-5 palavras. Não é muito de repetir, é mais de dizer espontaneamente. Anda muito mimocas também, dá muitos beijinhos, é mesmo menininha.

Estão os dois a atravessar fases espectaculares. Ele a deixar definitivamente de ser bebé, ela uma bebé adorável. Estão os dois "de se comer" e quando os vejo juntos nas brincadeiras quase que dou um estoiro de tão orgulhosa! Amo-os tanto, tanto, um amor que às vezes até parece que dói e não cabe no coração. E amo-os por igual aos dois, são de tal forma deliciosos que é mesmo impossível escolher! Posso afirmar, sem sombra de dúvidas, são os filhos com que sempre sonhei, superam todas as expectativas e mais algumas que eu tinha em relação à maternidade e todos os minutos que passamos juntos são a maior dádiva que posso ter.

Ser mãe a tempo inteiro não foi uma escolha do género "agora vou deixar de trabalhar fora e ficar com as crias em casa", foi uma coisa que foi acontecendo, primeiro por falta de colocação e depois por opção. Não é fácil e confesso que às vezes sinto necessidade de trabalhar fora, nem que fosse um horário de 10 horas, mas foi a melhor coisa que nos podia ter acontecido. Poder participar a tempo inteiro no crescimento e desenvolvimento dos meus filhos é algo impagável. As vivências que vamos tendo vão um dia ser recordações deliciosas e um dia vou olhar para a infância deles e pensar: eu assisti mesmo a tudo, ninguém me contou as suas conquistas, as palavras, os problemas, as brincadeiras...