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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

"regresso às aulas"

Hoje é o dia de "regresso às aulas" do meu Minúsculo. Às 9:15 fui levá-lo. Ele ficou bem e feliz, mas eu não. Depois do almoço vou buscá-lo de novo para debaixo da minha asa, ai vou vou! :)

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

inveja

A chinesa da loja a que costumo ir tem filhos da idade dos meus Minúsculos e está grávida do terceiro. Fiquei invejosa!

quinta-feira, 5 de julho de 2012

breve momento de lucidez*

Às vezes, durante pequenos instantes, quase que compreendo aquelas mulheres que dizem não terem sido feitas para ficar com os filhos em casa, que não conseguiam estar sem trabalhar fora de casa...

*ou de loucura, depende do ângulo.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Amamentação

Volta e meia deparo-me com escritos sobre amamentação em revistas, blogues, facebook, etc. Deparo-me com afirmações de mães como: "foi um alívio deixar de amamentar", "amamentar foi uma tortura", "se tiver outro filho não vou dar mama", "quando o meu leite secou foi uma alegria", "o meu filho nunca mamou e é saudável", "o mais importante para o bebé não é a mama, é a mãe estar bem" etc., etc. E todas estas afirmações são merecedoras de aplausos, como se o esforço para amamentar não valesse a pena ou fosse mesmo visto como uma obcessão, desvalorizando-o.
A verdade é que amamentar não é fácil para muitas mães, exige sacrifícios, causa dores. Mas não é o fim do mundo e com preserverança tudo é possível. Não estou a dizer que se deva insistir a todo o custo até dar em maluca, por exemplo, o que estou a dizer é que por vezes a realidade não corresponde às expectativas que tínhamos e temos de nos esforçar mais para conseguirmos o que queríamos, porque o que tenho aprendido ao longo da minha ainda curta existência é que com esforço tudo se consegue.
No meu caso pessoal não amamentei o Minúsculo mais tempo porque não me esforcei o suficiente, porque não soube escutar bons conselhos e dei ouvidos a vozes que me diziam que o biberão também era muito bom. No imediato, sim, foi muito bom, foi um alívio para mim e óptimo para ele ter uma mãe mais bem disposta. Mas hoje em dia olho para trás e nunca vou deixar de sentir que lhe devo isso, ele merecia que me tivesse esforçado mais para conseguir. Não foi de todo uma decisão informada. No caso da Minúscula não me permiti cair na mesma asneira, informei-me, mentalizei-me que a ía amamentar mesmo antes de a "fazer". E com esforço, dores, sacrifício consegui. Consigo, aliás, mas já sem incómodos claro, que esses duraram apenas cerca de duas semanas.
Eu não pretendo criticar ninguém, nem quem deixa de dar mama cedo, nem quem a dá até tarde. São decisões e como tudo na vida são responsabilidade de quem as toma, mas acima de tudo, deviam ser decisões informadas. E talvez as pessoas devessem estar mais conscientes de que, querendo, é possivel ultrapassar as dificuldades, ter mais um pouco de espírito de sacrifício e de que é preciso esforçarmo-nos para conseguirmos aquilo que queremos. Porque a recompensa, que é a satisfação de atingirmos os nossos objectivos e de dar o melhor aos nossos bebés, essa não tem preço.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

as birras

A Minúscula, em plenos "terrible two", faz birras. O Minúsculo, quase nos 4, birras faz. É normal, todas as crianças fazem e eu sei bem como lidar com elas: não lhes dar tempo de antena.
Agora, o que eu adoro é quando leio "os meus filhos não fazem birras porque eu não permito". Oi? Como é que é? Com assim, não permitem? Estas mentes iluminadas que escrevam mas é um livro sobre como é que isso se faz que vão ficar milionárias!

domingo, 6 de maio de 2012

et voilá!



Feliz dia da Mãe para todas as mães que me visitam! Em especial para a minha que eu adoro!

segunda-feira, 5 de março de 2012

os Minúsculos

Ele está um crescido. Foi à primeira consulta no dentista e até deixou tirar as manchas negras nos dentes. Anda a comer lindamente. Está independente e desenvolvido. As conversas cada vez mais elaboradas. Diz que somos namorados e que vamos casar. Adora jogar à bola e andar de bicicleta. É muito querido conosco, faz-nos desenhos em papelinhos e dá-nos muitos beijos e abraços. Adora atazanar a irmã.

Ela uma crescida está. Come praticamente tudo pela mão dela (ainda dou uma ajuda com a sopa). É uma grande gulosa e não pode ver chocolate. Adora o Ruca e a Xana Toc Toc. Gosta muito de dançar, de dar pinotes no sofá e de andar de Quatro. É muito expressiva e de um dia para o outro teve um grande desenvolvimento na fala. Já faz frases com 3-4-5 palavras. Não é muito de repetir, é mais de dizer espontaneamente. Anda muito mimocas também, dá muitos beijinhos, é mesmo menininha.

Estão os dois a atravessar fases espectaculares. Ele a deixar definitivamente de ser bebé, ela uma bebé adorável. Estão os dois "de se comer" e quando os vejo juntos nas brincadeiras quase que dou um estoiro de tão orgulhosa! Amo-os tanto, tanto, um amor que às vezes até parece que dói e não cabe no coração. E amo-os por igual aos dois, são de tal forma deliciosos que é mesmo impossível escolher! Posso afirmar, sem sombra de dúvidas, são os filhos com que sempre sonhei, superam todas as expectativas e mais algumas que eu tinha em relação à maternidade e todos os minutos que passamos juntos são a maior dádiva que posso ter.

Ser mãe a tempo inteiro não foi uma escolha do género "agora vou deixar de trabalhar fora e ficar com as crias em casa", foi uma coisa que foi acontecendo, primeiro por falta de colocação e depois por opção. Não é fácil e confesso que às vezes sinto necessidade de trabalhar fora, nem que fosse um horário de 10 horas, mas foi a melhor coisa que nos podia ter acontecido. Poder participar a tempo inteiro no crescimento e desenvolvimento dos meus filhos é algo impagável. As vivências que vamos tendo vão um dia ser recordações deliciosas e um dia vou olhar para a infância deles e pensar: eu assisti mesmo a tudo, ninguém me contou as suas conquistas, as palavras, os problemas, as brincadeiras...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Houston, we have a problem.

Desde há duas semanas que o Minúsculo se recusa a comer a fruta. Primeiro foi na escola, agora é em casa. Ora porque está mole, ora porque está rija. Nenhuma desculpa é aceitável até porque já se queixou de uma maçã mole e ela era mesmo daquelas estaladiças! Depois lembrou-se que queria manga e só aceita manga. Até aqui tudo bem, não fosse o rapaz já ser solto dos intestinos por natureza. Estão a ver o que acontece se só comer manga, não estão?

Estou a dar-lhe castigos: ora não vê bonecos, ora vai para a cama sem história, ora não o deixo brincar com os brinquedos... Nada tem resultado - "eu não me importo de ficar de castigo!".

Não percebo esta recusa. Sempre comeu todo o tipo de fruta sem problemas.

Ontem na escola também não comeu a fruta e a professora pô-lo de castigo: não usou o computador. Fez uma birra monstra e, enraivecido, atirou com uma almofada acima da educadora. Hoje de manhã falou comigo e contou-me isto. Fiquei arrasada. Disse que se continuar assim que prefere que ele nem coma a fruta na escola, porque a continuar assim a permanência dele na escola torna-se inviável (um pouco extremo, na minha opinião, mas pronto). Que temos de actuar antes deste comportamento se solidificar, porque é muito provável que a seguir à fruta ganhe outra mania qualquer.

Pois foi ontem à noite, com a sopa. Sopa de alho francês, uma base cremosa, alguns bocados de alho francês e cenoura ralada, como sempre faço, como ele sempre gostou e comeu. Pois ontem lembrou-se que não gostava de "couves" e não houve quem o convencesse a comer a sopa. "Se não comeres a sopa vais já para a cama, sem história!" Armou birra e foi para a cama sem comer.

Estou destroçada com toda esta situação. Liguei para o pediatra a ver se nos pode aconselhar e vai-me ligar às 16h para conversarmos. Sinceramente, sinto-me impotente face a isto e começo a pôr em causa o meu desempenho como mãe e educadora.